Positivo lança impressora
A Positivo Informática acabou de divulgar que entrou no mercado de impressoras, com o lançamento da Multifuncional A1017 que, como o próprio nome sugere, incorpora as funções de impressão a jato de tinta com scanner e copiadora no mesmo equipamento.
Segundo sua assessoria de imprensa, a A1017 utiliza a tecnologia Olivetti e se parece muito com o modelo Simple_Way All in One Printer vendido na Inglaterra, com a diferença que o gabinete da versão nacional é apresentado na cor preta.
E como todo bom produto de origem italiana, o desenho do seu gabinete é assinado pela dupla James Irvine e Alberto Meda.
O produto é voltado para atender ao usuário doméstico e a ambientes de negócios com necessidades moderadas de impressão, imprimindo até 20 páginas por minuto (ppm) em preto, 18 ppm em cores com resolução de até 4.800 x 1.200 ppp (pontos por polegadas) otimizados.
Seu scanner, com resolução óptica de 600 x 1.200 ppp, faz cópias sem a intervenção do PC com resolução de até 1.200 x 1.200 ppp, reduções em até 25% e ampliações de até 400%.
A impressão de fotos é facilitada graças à presença da porta PictBridge, que permite a impressão de fotos diretamente de uma câmera digital compatível com essa tecnologia.
Assim como as multifuncionais da Epson e da HP, a A1017 tem a função chamada Photo Index, que imprime uma espécie de folha de índice, na qual o usuário pode marcar as fotos que deseja imprimir, a quantidade e o tamanho. Em seguida, basta colocar a página com as anotações no scanner para que o equipamento identifique as imagens e imprima apenas as fotos selecionadas.
Inicialmente, a empresa irá colocar no mercado os cartuchos preto (PM 051) e em cores (PM 053) de capacidade normal e o preto de alto rendimento (PM 052) com preços a partir de 69 reais. Posteriormente, a empresa pretende comercializar o cartucho fotográfico de capacidade normal (PM 055) e alta (PM 056), além de uma versão em cores de alto rendimento (PM 056).
O preço sugerido do Positivo Multifuncional A1017 é de 349 reais.
Ópera geek
Uma ópera baseada no trabalho de Alan Turning será apresentada pela primeira vez no Edinburgh Festival Fringe, que acontece entre os dias 15 e 19 de agosto de 2007, no Edinburgh Studio Opera.
A obra se chama The Turning Test — an opera e foi composta por Julian Wagstaff, que descreve sua peça musical como uma história de inveja, cobiça, traição e rivalidade acadêmica ambientada no mundo da inteligência artificial.
O chamado teste de Turning foi proposto pelo matemático inglês Alan Turning num artigo de 1950, no qual sugeria colocar uma pessoa isolada na frente de um terminal para bater um papo remotamente “via chat” (como se diria hoje) com outra entidade, sem saber se ela é um ser humano ou uma máquina.
A máquina poderia ser considerada inteligente, se a pessoa não fosse capaz de notar a diferença entre ela e um ser humano.
Wagstaff diz ter sido inspirado numa exposição sobre Turning em 2006, onde observou todos os elementos clássicos que poderiam ser usados numa ópera.
Mais detalhes aqui.
Empresas adiam TV SED
A Canon e a Toshiba anunciaram na última sexta (25/05) que irão adiar o lançamento da nova geração de TVs do tipo SED (Surface-conduction Electron-emitter Display), originalmente previsto para julho desse ano, sendo que nenhuma nova data foi divulgada.
A intenção era que os primeiros aparelhos chegassem ao mercado japonês em 2007, entrando em produção em massa a tempo de atender à demanda gerada pelas Olimpíadas de 2008 em Beijing — algo parecido com o que acontece no Brasil, na época da Copa do Mundo.
O motivo estaria num longo processo judicial em andamento com a empresa Nano-proprietary Inc., nos EUA. Fora isso, o planejamento da produção em massa das telas SED deve ser refeito devido à acentuada queda de preço dos modelos de Plasma e de LCD.
Em desenvolvimento há quase 20 anos, a tecnologia SED funciona mais ou menos como uma TV CRT convencional. Mas, ao invés do volumoso tubo de imagem, cuja profundidade é diretamente proporcional ao tamanho da tela (quanto maior mais profundo), o SED utiliza minúsculos emissores de elétrons para “acender” cada ponto de imagem à base de fósforo (como nas TVs atuais), resultando assim numa tela plana e fina.
O resultado final seria o melhor de dois mundos, ou seja, uma tela tão grande e fina quanto um LCD ou plasma com a mesma qualidade de imagem de uma TV de tubo, que os puristas ainda consideram superior. Fora isso, a Canon afirma que o SED ainda consome menos energia que o LCD.
Uma curiosidade do processo de fabricação do SED é que o mesmo utiliza a técnica de impressão a jato de tinta para depositar a camada de fósforo sobre a superfície de imagem, tecnologia por sinal inventada — meio por acaso — pela Canon e popularizada no mundo pela HP.
Saiba mais sobre o SED aqui e veja uma comparação com outras tecnologias de imagem aqui.