Hitachi lança novo projetor ligado à rede
A Hitachi anunciou hoje (25/07) a chegada do CPX2 (foto), um projetor LCD de 2.000 ANSI lumens e relação de contraste de 500:1, mais voltado para apresentações de negócios e treinamentos.
Medindo aproximadamente 27,2 x 5,8 x 20.3 cm (LxAxP) e 1,8 kg de peso, o CPX2 é dono de um desenho bastante compacto para sua categoria, permitindo o seu uso tanto dentro quanto fora da empresa.
Ele possui uma porta de vídeo SVGA, uma RCA, um S-Video além de uma entrada de som estéreo e um alto falante mono de 1 Watt de potência. Sua objetiva zoom de 16,4~19.7 mm / f1,8~1,9 é capaz de abrir imagens de até 300″ à 7,6 metros de distância.
Sua resolução nativa de 1.024 x 768 pixels (formato 4:3) que pode ser ajustada para o formato wide — tanto manual quanto automaticamente — evitando que um usuário de notebook com tela widescreen mostre apenas “parte” de sua apresentação para o público.
A Hitachi procura diferenciar da concorrência, oferecendo um produto com maior facilidade de uso e manutenção, além de oferecer recursos de gerenciamento e segurança sem custo adicional.
Por exemplo, o CPX2 possui vários sistemas de proteção ativos e passivos, como trava de senha, monitoração de presença via cabo de rede ou Wi-Fi, telas de abertura que informam quem é o dono do projetor e até um generoso ponto de fixação que permite literalmente acorrentar o projetor na mesa.
O meu favorito é um sensor de movimento que pode travar o projetor caso ele saia do seu lugar.
O item mais curioso, é um jogo de adesivos para colar no corpo do projetor, que avisa o meliante em potencial que o mesmo está protegido. A intenção é a mesma das etiquetas de alarme que colamos no vidro do carro.
Fora isso, a empresa também oferece uma série de aplicativos e utilitários que permitem o gerenciamento remoto e centralizado de todos os projetores de qualquer facilidade — como uma empresa ou entidade de ensino — via rede local ou wireless.
Com essas ferramentas, é possível — por exemplo — ajustar a configuração de cada projetor, monitorar o estado da lâmpada, transmitir imagens para sua memória interna (se disponível) e até limitar o seu uso por certos períodos de tempo — de algumas horas até dias.
Projetores deixados ligados depois do expediente, também podem ser desativados remotamente e mesmo seu desaparecimento da rede — seja pela perda da comunicação com a rede ou desligamento da tomada — pode ser interpretado como um furto e alguma ação pode ser iniciada.
O projetor também pode reagir à certas situações pré-definidas enviando e-mails pela rede para as pessoas responsáveis.
Assim como seu antecessor, o CPX2 é capaz de armazenar apresentações na forma de slide-show gerado a partir de um utilitário da Hitachi e gravado num memory key.
Representantes da empresa informam que no próximo ano, essa tecnologia irá evoluir, permitindo que os projetores manipulem conteúdo rico — como arquivos PPT no modo nativo, animações e vídeos — sem a intervenção de um PC.
Para saber mais sobre esse produto, viste o site www.hitachi.us.
BIOS
Mário Nagano passou a última década analisando produtos e escrevendo sobre hardware e tecnologia para veículos como PC Magazine, IDGNow! e PC World. Até recentemente, foi editor de testes, geekmeister e mentor intelectual do PC World Test Center do IDG Brasil.
Nas horas vagas, curte fotografia analógica e digital, artes visuais modernas e adora observar — de uma distância segura — o fascinante relacionamento entre o ser humano e a tecnologia.